
Crianças, semana passada era para ser a última da temporada de "Como Chegamos Aqui?- a História do Brasil Segundo Ernesto Varela", aqui no Rio de Janeiro.
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Recebemos então convite para extender até Dezembro, devido à procura do público.
É com muita alegria que comunicamos a todos que estiverem pelo Rio nos próximos 3 finais de semana, que estaremos lá no Centro Cultural Telemar, de sexta a domingo, as 19h30, até dia 11 de Dezembro.
Pra quem não tem idéia alguma do que estou falando, copio abaixo, matéria que saiu no Globo da última sexta-feira.
Apareçam!
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O GLOBO
RioShow
Rio, 17 de novembro de 2005 Versão impressa
O Brasil por Ernesto Varela
Luciana Brum
Peça com o irônico repórter vivido por Marcelo Tas faz sucesso e amplia temporada no Rio
De 1983 a 1987, o repórter fictício Ernesto Varela, criação de Marcelo Tas e Fernando Meirelles — ele mesmo, o diretor de “Cidade de Deus” — incorporada pelo primeiro, levou à telinha de diversas emissoras de TV sua visão irônica dos principais acontecimentos do país. Tas voltou a usar frente às câmeras os óculos de armação vermelha que são marca registrada do intrépido jornalista nos anos 90 e agora, no meio dos 2000, reúne o tanto de história que tem para contar na peça “Como chegamos aqui? A História do Brasil segundo Ernesto Varela” — que, tamanho o sucesso, acaba de ganhar mais um mês de temporada do Centro Cultural Telemar.
O diretor Guel Arraes já foi ver. Os atores Pedro Cardoso e Betty Gofman e o publicitário Washington Olivetto também. O “casseta” Marcelo Madureira gostou tanto que convidou Tas para participar do quadro “Sem controle”, que divide com Artur Dapieve no canal pago GNT. A atriz Giulia Gam resume sua opinião sobre o espetáculo com o adjetivo “maravilhoso”.
— É um comentário crítico cheio de humor e inteligência. Para a minha geração, que é a mesma do Marcelo, é uma chance de rever os últimos 20 anos. Já para os mais novos, é uma chance de conhecer — acredita ela.
Partindo das primitivas inscrições na Serra da Capivara, Tas evolui rapidamente na História para focar nas duas décadas cobertas por Varela. Em cena, ele dialoga com imagens do Lula operário até o Lula presidente para tentar entender, afinal, como o país chegou onde está.
— Tive uma dificuldade enorme para fechar a cena dos dias de hoje. Acabei deixando em aberto, mudando a cada semana. É o único jeito de acompanhar o nosso cenário político! — diz Tas.