15/11/2006

Hoje no teatro: Varela recebe ator Dan Stulbach




Meninada,

Só temos mais dois finais de semana em SP.

Como se não bastasse, você tem mais uma razão para ir nesta quinta ver "A História do Brasil Segundo Ernesto Varela- Como Chegamos Aqui?".

www.comochegamosaqui.com.br

Depois da peça tem bate-papo com a ator Dan Stulbach e sua turma do "Fim de Expediente" da rádio CBN.


Tucarena, Perdizes, as 20h00
Rua Monte Alegre, 1024


Foto: Edu Zappia

Escrito por Marcelo Tas às 23h27

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... e se Al Gore tivesse sido eleito...

Não deixem de ver "Uma Verdade Inconveniente", filme-palestra de Al Gore sobre o aquecimento global.

As poucas críticas e correções que recebeu de cientistas não apagam o brilho da sinceridade e elegância com que coloca diante de nós a situação periclitante que vivemos.

Para você ter uma prévia do que vai ver

www.climatecrisis.net


PS: desde que o pequeno Bush levou aquela eleição fajuta, contra o próprio Gore, dava para pressentir a roubada que os americanos colocaram o mundo.

Escrito por Marcelo Tas às 23h23

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Aviso aos navegantes: hoje não tem podcast ao vivo



Feriado: hoje não tem podcast ao vivo! Voltamos na próxima quarta, as 8 da noite.


Acima, o primeiro presidente do Brasil: um marechal do exército, Manoel Deodoro da Fonseca.

Graças a ele, hoje é feriado nacional. Dia em que teve início a República Brasileira, 15 de Novembro, de 1889. Ou seja, completamos 117 anos de vida republicana. Ou seja, trata-se de uma nação ainda na infância. Não desanimemos, pois.

Escrito por Marcelo Tas às 10h22

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Aula de política com professor Maluf



O YouTube é sempre uma surpresa. Encontrei lá um trecho do "Fora do Ar", piloto de um programa que gravei para a Globo em 1998. Pela baixa qualidade de imagem e áudio, parece ter sido captado com uma câmera do tubo da TV.

Exatamente este trecho está dentro da peça "A História do Brasil Segundo Ernesto Varela", no Tucarena. Mas com certeza não foi captado lá no teatro, pois mostra os números do Time Code- aqueles abaixo à direita- o que significa uma cópia de trabalho que que geralmente só circula dentro da emissora.

Neste episódio, "O Teleprompter", mostramos como é fácil fabricar um político no nosso país.

Escrito por Marcelo Tas às 09h43

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14/11/2006

No verão, prepare seu bolso: ela vai derreter



Esta manhã, o presidente Lula passou a manhã com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O ministro é italiano, nascido em Gênova, mas presumo que seu sobrenome tenha origem espanhola, significando aquela cremosa derivação da vaca que passamos no pão pela manhã.

O fato é que o assunto dos dois não é nenhuma moleza.

Discutiram a equação que nunca fecha. Como resolver gastos públicos que crescem em torno de 9 ou 10% ao ano, com um real crescimento da economia em pífios 3%?

Duas saídas: cortar gastos ou aumentar impostos. Na eleição, Lula prometeu que não ia cortar gastos. Adivinha o que vem por aí?


PS: Na saída da reunião, o Ministro Mantega garantiu, inclusive ao UOL Economia, que vai haver justamente o contrário da minha suspeita: corte de impostos! Se eu for acreditar nele, temo que terei que acreditar também no coelhinho da páscoa e papai noel. Prometo pensar no assunto. Jingle Bell, Jingle Bell, acabou o papel... Não faz mal, não faz mal, limpa com o jornal... O jornal tá caro, caro pra xuxú, como vou fazer, para limpar... Jingle Bell, Jingle Bell...

Escrito por Marcelo Tas às 13h35

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Veja caiu!



Disse-me um passarinho que vive pela redação daquela revista, que a Veja recebeu grande quantiedade de e-mails questionando a mentira que publicou sobre a minha pessoa. Não tenho como comprovar a notícia trazida pelo passarinho. Mas deve ser verdade. Na edição que ainda está nas bancas, o pessoal da revista gastou quase meia página na seção de cartas para tentar justificar o porquê de não ter publicado a minha carta. O que, aliás, ainda não foi feito. Seria apenas um exemplo de mau jornalismo, não fosse uma atitude patética e engraçada pra caramba.

Para você que não lê aquela revista (tem gente que recebe, mas nem abre), vou relembrar: Veja afirmou que eu recebo dinheiro do filho do presidente Lula para defendê-lo aqui neste blog, que foi taxado pela revista de "Chapa Branca".

Para estudiosos de comunicação ou para quem tiver curiosidade de entender o método Veja de fazer jornalismo, publico abaixo o texto deles na íntegra.

O resumo do blablablá é o seguinte: quem se sentir ofendido por Veja deve ficar bem quietinho. Se a Veja julgar que errou, publica a sua carta. Senão, final de conversa. Vale a "verdade" autoritária de Veja.

O Brasil, especialmente a sua elite, é sempre surpreendente: se posiciona com certeza e arrogância pontuais na vanguarda do atraso. A revista Veja- ainda a maior semanal do Brasil- neste episódio deixa claro que desconhece e despreza a força da internet. Em plena era da comunicação total, Veja acredita que é possível mentir, agredir e sair impune sem ninguém ficar sabendo . Veja vai contra a liberdade de expressão. Ou melhor, Veja é a favor da liberdade de expressão mas só quando tal liberdade for a favor dela própria. Veja não se preparou para o século 21. Enquanto a revolução digital sacode o planeta, uns pobres diabos são pagos para ficar trancados dentro daquele predião deficitário na Marginal Pinheiros gastando neurônios para parir a próxima edição do tablóide de malvadezas e leviandades rasas que se tornou amargamente essa revista.

Os responsáveis pela revista não conseguiram até agora nem mesmo assumir a autoria do texto que me destratou. O autor da coluna onde foi publicada a agressão mentirosa, um certo Júlio de Barros, disse em entrevista ao portal Comunique-se que não foi ele. Apontou como responsável um certo Felipe Patury, que também tirou o corpo fora. Finalmente, Eurípedes Alcântara, diretor de redação da Veja, uma pessoa por quem já nutri respeito (acompanhava o que ele escrevia quando correspondente internacional, inclusive estive uma vez na casa dele quando ele era correspondente de Veja em Nova York), disse na mesma entrevista ao portal Comunique-se que o meu caso está sendo apurado. Mas que ainda não sabe dizer, 15 dias depois de publicada a matéria mentirosa, quem foi o autor da façanha. Que ironia, depois de ironizar e atacar Lula, com toda razão, durante a campanha presidencial com esse mantra, Veja usa a mesma frase para se esconder da responsabilidade: "eu não sabia"!

O Diretor de Redação de Veja encerra a entrevista garantindo que assim que a resposta for obtida, ele vai comunicar a descoberta ao Comunique-se. Como a equipe de apuração de Veja é competente e trabalha duro, vamos aguardar. Há esperança.


Deixo vocês com a tréplica que Veja fez a si mesma, sem publicar minha réplica. Os leitores dessa revista devem estar confusos. Ou mal informados.


Imagem: capa de Veja de Setembro de 1992, século passado, quando o mundo era mais simplório, dividido entre "bonzinhos" e "mauzinhos", época em que a revista chegou a prestar importantes serviços à sociedade brasileira.

..::..

A SEÇÃO DE CARTAS DE VEJA

Marcelo Tas publicou em seu blog cópia da carta que mandou a VEJA reclamando do tratamento dado a ele em uma nota. Tas externou uma segunda insatisfação: sua carta não foi publicada por VEJA. O episódio nos dá a oportunidade de esclarecer os critérios para publicação de cartas com reclamações ou reparos às reportagens da revista.

A seção de Cartas é destinada ao diálogo entre a revista e seus leitores.

É um espaço também acessível a pessoas e instituições que se sintam atingidas de alguma forma por uma notícia ou comentário feitos pela revista.

Nesses casos, a revista tem seus critérios.

VEJA publica cartas de reclamação quando:

• A revista reconhece que errou.

• A carta aborda a questão de um ângulo diferente do adotado pelo redator e, ao fazer isso, ilumina a questão de modo que o julgamento da revista já não parece mais tão correto.

• A revista não consegue estabelecer com certeza se houve erro da parte da redação, mas considera que a carta contém elementos que trazem dúvida razoável sobre a correção do que foi publicado. Na dúvida, publique-se.

• A revista não reconhece o erro. Reconhece, porém, que a reportagem fez críticas desproporcionais ao fato relatado e julga que a publicação da carta coloca a questão em seu contexto exato.



VEJA não publica cartas de reclamação quando:

• A carta tem como objetivo principal advertir a revista de que a pessoa que se sente atingida vai recorrer à Justiça em busca de reparação moral ou material. Um exemplo é a carta de Marcelo Tas, que termina assim: "Fico no aguardo de uma resposta e do cumprimento das solicitações acima, sem prejuízo de outras medidas extrajudiciais e judiciais que visem à reparação do dano causado".

• O autor da correspondência, antes, dá ampla divulgação à sua carta comprando espaço em jornais ou a divulgando por meio de blogs ou páginas de internet.

Escrito por Marcelo Tas às 12h40

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13/11/2006

Novo Airbus: por dentro, tudo bem



Recebo do CAT- Carlos Alberto Teixeira, grande às do volante navegador da internet- fotos internas do novo Airbus A380.

Seria animador, não fosse o porre que é hoje em dia passar pelo sufoco de aeroporto e paranóia dos scanners das polícias federais espalhadas por esse mundo vasto mundo que não prima pela elegância ou educação.

Escrito por Marcelo Tas às 19h50

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Blog do Tas vence Bobs na escolha da audiência



Meninada, este blog ganhou o Prêmio Bobs, concedido na Alemanha, pela Deutche Welle, ao melhor blog corporativo- categoria que inclui blogs que tem vínculo contratual com empresas de jornalismo, como é o caso deste aqui com o UOL.

A categoria foi escolha da audiência. Portanto, obrigadíssimo a todos que passaram por lá e votaram.

Danke!

Escrito por Marcelo Tas às 08h26

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12/11/2006

Games infernizam a vida de Papai Noel

Carregando video...


Entrevista com Fabio Pancheri, editor de UOL Jogos, sobre o polêmico Bully e as últimas novidades para gamemaníacos nesse Natal.

Escrito por Marcelo Tas às 23h21

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10/11/2006

Varela recebe jornalista Bob Fernandes



Noite de ontem, debate inusitado lá no Teatro Tucarena.

O experiente repórter Bob Fernandes, talvez o maior autor de capas das semanais brasileiras- PC Farias, precatórios... etc e etc...- teve que se virar para responder perguntas agudas de uma platéia super jovem. Grande parte ainda entre os 12 e 17 anos, que lotaram o auditório e as nossas cabeças com dúvidas muito pertinentes sobre a História e o futuro do Brasil.

ATENÇÃO ATRASADINHOS: Esta é uma das últimas TRÊS semanas da nossa temporada em São Paulo. Em Dezembro, Curitiba!


PS: Atualmente, Bob Fernandes é o editor-chefe da excelente revista eletrônica Terra Magazine.

Escrito por Marcelo Tas às 15h42

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Birthday




Sim, confesso, 47 anos.

Nunca pensei em ultrapassar a marca dos 18, minha meta de vida. Tirar carteira de motorista para o Farias, guardinha de Ituverava, parar de me importunar. Dirijo desde os 12.

Agradeço aos amigos e internautas que insistem em me aturar. Beijos.

Imagem: ilustra enviada hoje pelo Julio Silver (www.juliosilver.com)

Escrito por Marcelo Tas às 15h12

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A realidade carioca: maior que a imaginação do cinema



Enquanto mais um sequestro dentro de um ônibus paraliza o Rio de Janeiro há 7 horas- já dura mais que o sequestro do famoso ônibus 174- gostaria de relembrar uma notícia da semana que passou batida para a maioria de todos nós.

Uma van com objetos de cena do longa-metragem "Elite da Tropa", dirigido por José Padilha, aliás o mesmo de "Ônibus 174", foi interceptada pela polícia na descida da favela Chapéu Mangueira.

Detalhe: a tal equipe da "polícia" que deu a geral na van dos cineastas era na verdade formada uma quadrilha de traficantes fantasiados de polícia. Eles ficaram com cerca de 90 armas da produção do filme. A maioria delas, puro objeto cenográfico, de mentirinha, para uso dos atores do filme. A outra parte, armas de verdade transformadas para dar tiros de festim. Ou seja, imprestáveis para o crime.

É ou não o samba do crioulo doido? Uma equipe de cinema interceptada por uma da polícia de mentira, que rouba armas falsas para efetuar crimes de verdade?


Fotos (de cima para baixo): sequestro que está em andamento agora, tarde de sexta, retrato-falado do bandido que se fantasiou de polícia de mentira para roubar as armas falsas; van dos cineastas recuperada pela polícia de verdade.

Escrito por Marcelo Tas às 14h34

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Comunique-se publica matéria sobre o episódio VEJA



Marcelo Tas reage a ataque de Veja

Da Redação


Em sua edição de 01/11, a revista Veja afirmou na coluna "Veja Essa" que o jornalista Marcelo Tas recebe dinheiro de Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em resposta, Tas enviou uma carta para a direção da revista, desmentindo as acusações e exigindo retratações. Como não foi atendido e não obteve nenhum retorno do veículo, explicou o fato e publicou a carta em um post de 06/11 em seu blog no UOL.

No texto, Tas classificou de "mentirinhas maldosas" as afirmações de Veja e disse que enviou a carta à revista mesmo sob avisos de que a mesma não seria publicada. Também escreveu que "é triste constatar que uma revista que se diz defensora da liberdade de expressão e dos valores democráticos mostre na prática que sua real vocação é exatamente o contrário. Na verdade, Veja só publica o que favorece os seus próprios interesses".

Questionado sobre de que forma denegrir sua imagem favoreceria os interesses da revista, Tas respondeu que ele é o maior interessado em entender a real motivação da semanal da editora Abril. Ele ainda levantou a tese de que Veja atua no sentido de conquistar o monopólio da verdade a qualquer preço, "nem que para isso tenha que manipular os fatos e mentir redondamente (...). Este procedimento arrogante, de dono da verdade, fica patente na atitude da revista de não publicar minha carta de resposta ou mesmo ouvir o "outro lado" antes de publicar a nota, como sugere regra elementar de bom jornalismo", afirmou, em entrevista por e-mail ao Comunique-se.

Tas foi contratado em fevereiro de 2005 para apresentar o programa Saca-Rolha, que ia ao ar às 23h30 pela Rede 21, emissora do Grupo Bandeirantes de Comunicação. Em maio de 2006, a Rede 21 mudou de nome para PlayTV! e a Gamecorp, empresa na qual o filho do presidente é sócio, ficou responsável pela faixa de horário entre 17 e 22h00. A coluna "Veja Essa" afirmou que o jornalista passou a aparecer na PlayTV! ao mesmo tempo em que ele começou a receber dinheiro de Fábio Lula, no ano de 2006.

O jornalista contesta essa afirmação, apontando que seu programa é veiculado fora do horário gerido pela Gamecorp e que, desde que trabalha na emissora, nunca foi vítima de censura ou pressão para abordar determinado assunto. "Muito menos recebi dinheiro, como diz a Veja, para defender o filho do presidente ou qualquer outra figura, político, partido ou grupo comercial", disse. Além disso, Tas afirma o fato da revista ter afirmado que ele começou a aparecer na PlayTV! em 2006, quando na verdade foi em 2005, denota que Veja "sequer deu-se ao trabalho de apurar as informações antes de publicá-las".

Tas atribuiu o texto a Julio César Barros, um dos editores sênior da revista. Por telefone, Barros afirmou que não foi ele quem escreveu o texto, que não sabia porque havia sido citado por Tas e que por isso não iria comentar o caso. Apontou que o responsável pela redação da "Veja Essa" foi o editor Felipe Patury, que por sua vez afirmou que se trata de uma nota não assinada e que por isso não é sua opinião que está expressa ali, mas sim a da publicação.

Eurípides Alcântara, diretor de redação da Veja, afirmou que mandou apurar esse assunto internamente e que ainda não tem uma resposta definitiva. O diretor garantiu que assim que essa resposta for obtida ela será dividida com este Comunique-se.


www.comunique-se.com.br
9/11/2006

Escrito por Marcelo Tas às 09h04

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09/11/2006

Controle da Internet: segurança, censura ou burrice?

Carregando video...

 

Entrevista com o advogado Ronaldo Lemos, professor da Fundação Getúlio Vargas

Escrito por Marcelo Tas às 08h39

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08/11/2006

Se você fosse o Saddam qual seria seu último pedido?



Saddam foi condenado a morte dois dias antes das eleições americanas. Parece enredo de filme de Hollywood, não fosse a dura realidade que pode beneficiar Bush.

O ditador iraqueano esbravejou. Preferia ser fuzilado do que enforcado. Até na hora da morte, o cara inferniza a vida de todo mundo.

Há um site no Texas que relaciona todas as últimas refeições que os setenciados de morte tem por lei direito de exigir. É sempre surpreendente a figura do ser humano. A maioria deles, à beira do abismo, pediu um cheeseburguer!

E você, o que iria pedir ao garçon, se estivesse nessa, aos 45 do segundo tempo?

Escrito por Marcelo Tas às 01h35

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07/11/2006

Censura na internet?

Que papo é esse que vai ser discutido no senado?

Amanhã no Blog do Tas, entrevista com Ronaldo Lemos, professor-fundador do curso de Direito da Fundação Getúlio Vargas, um dos principais pesquisadores do mundo sobre o impacto do mundo virtual na vida dos cidadãos.

Mande sua pergunta ou comentário.

 

Escrito por Marcelo Tas às 09h27

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Ponte aérea: a delicadeza frágil das nossas meninas

Desde ontem, estou trabalhando aqui no Rio de Janeiro.

Por conta do teatro, fazia uns bons seis meses que não tomava uma ponte aérea. No airbus da TAM, as comissárias parecem crianças. E são.

Na poltrona atrás da minha, uma senhora francesa está muito excitada. Vai ser sua primeira aterrizagem na cidade maravilhosa. Chama uma das comissárias crianças bem antes da decolagem. Quer saber se da janela onde está vai conseguir ver o "Pom du Assuquer"...

A garotinha, sem perder a eficiência e elegância, enquanto checa os procedimentos de segurança e ainda entrega balinhas aos passageiros, dispensa uma atenção cuidadosa ao desejo da velhinha. Ela vai até a cabine. Conversa com o piloto. Volta. Troca com firmeza e leveza a velhinha de lugar. E com o avião já rolando para a cabeceira da pista, diz que o piloto vai fazer o possível para se aproximar do símbolo máximo do Brasil para que ela possa vê-lo em toda sua plenitude da janelinha onde está.

Fiquei pensando o que aconteceria comigo se fizesse o mesmo pedido- ver a Torre Eiffel ou algo assim- para uma das comissárias da Air France ou da British Airways.

Quando saio de São Paulo, o Brasil me emociona.

 

PS: O Rio está imundo e decadente. Mas continua devastadoramente lindo.

Escrito por Marcelo Tas às 09h21

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06/11/2006

Paulo Francis comenta o momento político atual

Paulo Francis comenta as últimas eleições

Escrito por Marcelo Tas às 21h57

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VEJA esconde o "outro lado"



Depois que Veja atacou infantilmente- desculpem novamente essa, crianças- esse blog com mentirinhas maldosas na semana passada, alguns colegas jornalistas me procuraram em solidariedade mas avisaram: se quiser mande a carta com o desmentido, mas saiba desde já que eles não vão publicar.

Como sou um otimista, quando criança acreditava em coelhinho da Páscoa e até na própria Veja, escrevi e enviei a carta, segurando minha indignação para não perder a elegância e a possibilidade de diálogo diante do agressor.

Mas, como previsto pelos colegas, Veja me ignorou. Não publicou a carta na edição desta semana que está nas bancas.

Para quem chegou agora, vai aqui novamente a nota de Veja caluniando esse humilde blog (confesso que muito me emocionou constatar que os ilustríssimos jornalistas de Veja lêem o meu blog) publicada na coluna "Veja essa", assinada por um tal Julio Cesar de Barros, na página 61, da edição da semana passada.

É triste constatar que uma revista que se diz defensora da liberdade de expressão e dos valores democráticos mostre na prática que sua real vocação é exatamente o contrário. Na verdade, Veja só publica o que favorece os seus próprios interesses. E dá as costas para a realidade dos fatos e para os seus leitores.

Depois de tanto lutar por democracia no Brasil, não podemos ficar reféns deste tipo de mídia que busca o monopólio da verdade através da ocultação de suas mentiras.

Eu não tenho o poder da tiragem de Veja para reparar a mentira espalhada por eles para milhares, senão milhões, de leitores por esse mundo. Mas a companhi tantos de vocês, alguns há mais de três anos. Quem puder, peço que me ajude a divulgar essa carta pela internet. Garanto que somos mais do que os alegados um milhão de leitores de Veja, que aliás, precisam ser respeitados e bem informados.

Eu não tenho o que esconder e posso dormir com a consciência tranquila, ao contrário deles.

..::..

Prezado Sr. Eurípedes Alcântara, Diretor de Redação da Revista Veja,

Na edição do dia 1º de Novembro (página 61, sessão "Veja essa", assinada por Julio Cesar de Barros), a Revista Veja publica uma nota intitulada "Blogueiro Chapa Branca" onde me acusa de ser “defensor do lobby que Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente da República faz no governo” do pai dele. Tal "defesa" ocorreria, de acordo com a revista, em troca de remuneração financeira.

Tais afirmações são falsas. Sua publicação em revista de alcance nacional constitui crime de injúria e difamação, ao conectar minha imagem, figura pública e reconhecida nacionalmente há muitos anos na TV e no jornalismo brasileiros, a um suposto esquema de favorecimento insinuado pela revista Veja, envolvendo o filho do presidente da República.

Em respeito aos leitores da revista é a presente notificação para solicitar que a revista publique nota, em espaço não inferior àquele ocupado pela nota injuriosa, esclarecendo as seguintes informações:

1. Ao contrário do que afirma a revista "Veja", jamais recebi qualquer dinheiro do filho do presidente da república ou de sua empresa Gamecorp.

2. O meu contrato de trabalho para apresentação do programa semanal “Saca-Rolha” é assinado com o Rede Bandeirantes de Comunicação; e não com a PlayTV como afirma a nota. E está vigor desde 2005; e não 2006, como afirma também equivocadamente a revista.

As afirmações difamatórias da revista Veja demonstram total desconhecimento do conteúdo do meu trabalho publicado no maior portal de internet do Brasil, o UOL- Universo On Line, há mais de três anos (www.blogdotas.com.br). Lá sou criticado e questionado por todas as tendências políticas. Principalmente por petistas que frequentemente utilizam a expressão "Tascano" para referir-se a mim, em clara afirmação (igualmente incorreta, mas nesse caso desacompanhada de qualquer insinuação de conduta indevida) de que eu seria partidário do partido "tucano" PSDB.

Esse fato demonstra que lamentavelmente a revista Veja sequer deu-se ao trabalho de apurar as informações antes de publicá-las.

Fico no aguardo de uma resposta e do cumprimento das solicitações acima, sem prejuízo de outras medidas extrajudiciais e judiciais que visem à reparação do dano causado.

Atenciosamente,

Marcelo Tas, jornalista e apresentador de TV
São Paulo- SP

Escrito por Marcelo Tas às 08h10

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03/11/2006

E se todos os brasileiros começassem a obedecer as leis?



A tal operação "padrão" que paralisa os aeroportos brasileiros levanta uma importante questão: e se de uma hora para outra todos brasileiros, em todas as profissões começassem a obedecer todas as leis, todos os padrões de segurança, o que aconteceria com o país?

Viraríamos a Suíca ou caminharíamos definitivamente para a barbárie?

Escrito por Marcelo Tas às 11h19

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Para tentar entender o Brasil: debates no teatro



Show de bola: é a expressão que pode resumir as presenças de Juca Kfouri e José Trajano ontem no Tucarena, no debate após a peça "A História do Brasil Segundo Ernesto Varela".

Nas fotos abaixo, duas outras figuras que recentemente nos prestigiaram iluminando a platéia com a árdua mas necessária tentativa de entender o Brasil: Otávio Frias Filho, diretor de redação da Folha de S. Paulo; e Fernando Mitre, diretor de jornalismo do Grupo Bandeirantes.

Atendendo a pedidos, antecipo aqui os próximos debates:

Dia 9: Bob Fernandes, jornalista, diretor de redação do Terra Magazine, revista eletrônica do portal Terra.
Dia 16: Dan Stubach, ator, e seus amigos que apresentam o programa "Fim de Expediente", na rádio CBN.
Dia 23: Gilberto Dimenstein, jornalista, colunista da Folha de S. Paulo.

Escrito por Marcelo Tas às 10h23

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02/11/2006

Varela, hoje, no teatro recebe os mestres do jornalismo esportivo



Hoje no teatro, depois da peça "A História do Brasil Segundo Ernesto Varela- Como Chegamos Aqui?" participam do debate com o público dois jornalistas boleiros que colocam a cabeça sobre o travesseiro com a suavidade de nunca terem se corrompido a governos ou a eventuais interesses escusos dos donos dos veículos em que atuaram: Juca Kfouri, da rádio CBN e Folha de S. Paulo; e José Trajano, da ESPN Brasil.

Vai ser um show de bola.

Teatro Tucarena, 20h00, Perdizes, São Paulo.
Informações e ingressos: (11) 31884156

Escrito por Marcelo Tas às 08h10

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01/11/2006

Paulo Francis comenta as últimas eleições



Hoje no podcast ao vivo, uma conexão em banda larga com o sobrenatural nos trará de volta o supra sumo do jornalismo, para nos levar para bem longe deste blablablá atual: o saudoso colega repórter Paulo Francis comenta as eleições presidenciais 2006.

Não perca. Aqui no UOL, 8 da noite.

Ah, e aproveita e clique na enquete ao lado: qual o significado da vitória de Lula?



Foto: Bob Wolfenson

Escrito por Marcelo Tas às 14h22

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Pra não dizer que não falei das flores



Crianças, agradeço aqui aos editores da Revista Língua, pela generosidade com que editaram uma longa entrevista concedida a eles me alçando à capa da edição que está nas bancas. O que me dá um sentimento muito dúbio. É um certo mico ficar exposto na capa de uma revista, confesso. É quase pornográfico.

Não conhecia a publicação (www.revistalingua.com.br), que já se tornou um sucesso editorial, mostrando que a moçada está interessada em algo mais do que o blablablá de sempre. Nesta edição tem Veríssimo, Marcelo Coelho lendo Machado de Assis no hipertexto e até uma matéria curiosíssima que mostra como a Polícia Federal dá nome às suas operações de investigação secretas. Fique de olho.

Escrito por Marcelo Tas às 12h10

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Censura, não

Bendita coincidência.

No mesmo texto onde critiquei a revista Veja pela denúncia requentada contra o filho do presidente Lula- que provocou a fúria da revista me acusando infantilmente de "blogueiro chapa-branca", também critiquei a revista Carta Capital no mesmo tom, defendendo a liberdade dos jornalistas protegerem suas fontes no caso das fotos do dossiê.

Está aí no arquivo para quem quiser ler ou reler.

Portanto, no recente episódio Veja x Polícia Federal, minha posição continua a mesma. Contra a intromissão de quem quer que seja contra a livre expressão e o trabalho dos jornalistas. Se é que isto de fato agora existiu. Por enquanto temos a palavra de Veja contra a da PF. Depois de sentir na pele o poder de manipulação e inventividade dessa vibrante semanal brasileira, prefiro aguardar informações mais isentas para entender o que de fato aconteceu.

É tarefa de cada um de nós prestar atenção ao jornalismo marrom que tomou conta da imprensa brasileira. Travestido de cordeirinho investigativo, o jornalismo marrom tenta desqualificar com calúnias, mentiras e difamação a opinião de todos que se posicionam contra seus interesses, inclusive os econômicos, contaminando as mentes cansadas de plantão. Agindo assim, o jornalismo marrom também exerce um tipo dissimulado porém muito eficiente de censura.

Para os dois casos: Censura, não!

Escrito por Marcelo Tas às 08h38

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